Tucunaré - (Peacock Bass)

No aquário:

Necessitam de uma ótima filtragem, já que são sensíveis a amônia e necessitam de bastante oxigenação, uma bomba forte para recalque é aconselhada, pois eles gostam de pequenas correntezas.
O aquário deve ser bem tampado, com um vidro de no mínimo 8 mm, pois em determinadas ocasiões podem se assustar e dar grandes saltos às vezes até arrancando ou quebrando tampas mais frágeis.
O aquário deve ter troncos, plantas e muito espaço, já que são nadadores velozes, e dão botes em suas presas em potencial.

Descrição:

Peixes de escamas.
Exemplares adultos podem ter 30 cm ou mais de 1 m.
A cor pode ser amarelada, esverdeada, avermelhada, quase preto etc.
As manchas podem ser grandes, pretas e verticais ou pintas brancas distribuídas regulamente pelo corpo e nadadeiras.
Variam bastante de espécie para espécie.
Todo os tucunarés apresentam uma mancha redonda (ocelo) no pedúculo caudal.
Existem pelo menos 14 espécies de tucunarés na Amazônia, sendo cinco espécies descritas: Cichla ocellaris, Cichla. temensis, Cichla monoculus, Cichla orinocensis e Cichla intermedia.

Distribuição geográfica:

Bacias amazônicas e Tocantins.
Mas já foram introduzidas em algumas áreas do Pantanal, na região do baixo rio São Francisco e nos açudes do Nordeste.

Curiosidades:

Não realizam migrações.
É um predador por excelência.
São as únicas espécies de peixes da Amazônia que perseguem a presa, ou seja, após iniciar o ataque, não desistem até conseguir capturá-las.
Quase todos os outros peixes predadores desistem após a primeira ou segunda tentativa mal sucedida.
Considerado símbolo da pesca esportiva no Brasil, possui tamanha voracidade que é capaz de atacar anzóis mesmo sem isca.
Vários tipos de Tucunaré freqüentam os rios da Amazônia, os mais conhecidos são chamados de Açu, Paca, Pitanga, e Borboleta.
Todos têm como características em comum a pele amarelada e um circulo no rabo semelhante a um olho.
Atingem cerca de 120 cm de comprimento e chegam a pesar até 15Kg.
São peixes muito inteligentes e dóceis com o dono, tem vários comportamentos bastante interessantes como por exemplo ficarem doidos tentando pegar qualquer inseto que esteja no vidro ou voando próximo.
Antes da nova classificação que classificou 14 espécies de tucunarés, o Cichla kelberi era classificado como variação do Cichla monoculus.

Cichla Orinocensis:

Origem: Peru
Habitat: a espécie ocorre no sistema do rio Orinoco e na drenagem do Alto Rio Negro
Temperamento: ligeiramente agressivo
Tamanho: 24 "
Temperatura: 26
ºC - 29ºC
pH: 5,5 - 6,5

SELO:

SELO: